segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Alma gêmea


Depois de dizer-me, aja!
Abriu-se o meu ser ao papel.
Enfrentei-o empunhando a pena
E, sem receio da poesia, tornei-me seu menestrel.

Dela brotou minha inspiração
pus-me a correr e a escrever
concatenar idéias sem esmorecer
tudo porque obedeci sem aflição.

Agora eis minha diminuta obra.
Ofereço a ti, minha alma gêmea.
Espero que esta esteja à altura
de uma alma tão grata, sincera e madura.

Que tuas ordens sempre expressem
o valor que dás à vida.
Ela como a carpa pulula
em uma doce, terna e eterna amiga.


Fábio Carvalho Fernandes
27/04/06
THE-PI

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