
Há amores que são como relâmpagos!
De súbito iluminam e fascinam,
depois caem e dilaceram,
marcam-nos, ferem-nos, de modo que
não somos curados nem com emplastro.
Efunece,então, a certeza de que
não cairão uma segunda vez
naquele lugar onde houve um
tão horrendo e infame estrago.
Teresina,16/08/08
Fábio Carvalho Fernandes
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